Ninguém melhor para nos ajudar a relembrar as histórias de infância como alguém
da família. Pois é, olha que coincidência, fiquei sem internet esta semana e
acabei tendo de realizar as atividades do curso na casa do meu irmão Léo. Quando
tocamos no assunto de livros que marcaram a infância ou, os nossos primeiros
contatos com a leitura no mesmo momento dissemos: -O menino de asas!
Interessante que minha primeira experiência com a leitura foi através do interesse do meu irmão por esse livro, que foi fornecido por sua professora de português que mais tarde também seria a minha, a professora Alice. Ela o havia presenteado com o livro quando ele mostrou-se interessado numa aula, na qual, a maioria dos alunos não dava importância à leitura. Não muito diferente da realidade de hoje.
Numa época em que o acesso aos livros era difícil, pois na cidade havia apenas uma biblioteca conhecida, tive a sorte de receber do meu irmão o livro supracitado, que só chegou até mim porque ele havia ido buscar na casa da professora, mesmo com receio de que ela fosse, na verdade, uma bruxa, como as dos contos de fadas, pois segundo ele, a casa era assustadora. Coisas de menino.
Meus pais tinham pouco estudo, mesmo assim, lembro-me de minha mãe contanto histórias como a da Raposa e as Uvas ou cantando a música Alecrim Dourado. Meu pai era mais voltado à geografia e aos números. Nosso bairro era muito carente, a rua ainda de terra, sem asfalto. Estudávamos numa escola simples, mas com professores dedicados a quem se interessasse pelos estudos. Obviamente a professora Alice não era uma bruxa, mesmo se fosse, seria a bruxa boa, pois ela nos ajudou a entrar no mundo da magia, a magia da leitura.
E os meninos “ganharam asas” e hoje escrevem sua própria história.
Apoio: Léo Roberto
Interessante que minha primeira experiência com a leitura foi através do interesse do meu irmão por esse livro, que foi fornecido por sua professora de português que mais tarde também seria a minha, a professora Alice. Ela o havia presenteado com o livro quando ele mostrou-se interessado numa aula, na qual, a maioria dos alunos não dava importância à leitura. Não muito diferente da realidade de hoje.
Numa época em que o acesso aos livros era difícil, pois na cidade havia apenas uma biblioteca conhecida, tive a sorte de receber do meu irmão o livro supracitado, que só chegou até mim porque ele havia ido buscar na casa da professora, mesmo com receio de que ela fosse, na verdade, uma bruxa, como as dos contos de fadas, pois segundo ele, a casa era assustadora. Coisas de menino.
Meus pais tinham pouco estudo, mesmo assim, lembro-me de minha mãe contanto histórias como a da Raposa e as Uvas ou cantando a música Alecrim Dourado. Meu pai era mais voltado à geografia e aos números. Nosso bairro era muito carente, a rua ainda de terra, sem asfalto. Estudávamos numa escola simples, mas com professores dedicados a quem se interessasse pelos estudos. Obviamente a professora Alice não era uma bruxa, mesmo se fosse, seria a bruxa boa, pois ela nos ajudou a entrar no mundo da magia, a magia da leitura.
E os meninos “ganharam asas” e hoje escrevem sua própria história.
Apoio: Léo Roberto
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